Nos dois lados da ponte

Galga todas as ondas
Escala todas as montanhas
Rompe todas as tempestades
Para fora, para o tamanho de tudo o que queres ver
Para depois da curva do mundo
Para ver, que estamos sós, e não há nada do outro lado da ponte.
O outro lado, está aqui dentro, ao virar da curva espinhosa de mim,
Dos meus erros, das minhas faltas, dos meus sonhos vencidos.
As ondas e as montanhas e as tempestades: e só eu dentro delas.
A vida avança e eu não posso fechar a janela,
A única coisa a fazer é rolar com estas coisas, navegar por entre a sua força e, por momentos, ser esta bravura que descobre o mundo.
Sou o barco que quebra e persiste.
Amei com o bom e a candura em mim
Mas nunca irei mudar o mar ou a montanha…
Nem a nós. Só posso mudar… Eu.

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