Palavras Imperfeitas II

A cada dia, as suas surpresas. A cada dia, a sua luta.
E os minutos se vão fixando, dentro de mim,
Como uma instalação eléctrica que acende cada lâmpada, em corrente.
Pequenas luzes em zumbido, como se não tivessem a certeza de querer brilhar.

A cada dia, o seu trabalho. As suas vozes. O seu silêncio.
Às vezes a dor adormecida, ou a sua lembrança.
Sigo erguendo o meu escudo, sustentando a espada.
Sem desistir nunca. Ganhando balanço no próximo gesto.

A cada dia, as suas esperanças. A cada dia, as suas surpresas.
E tudo recomeça.

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